Estávamos eu e meu amigo Chico Lobo jogando futebol hoje quando tivemos um insight sobre as condições físicas que explicam o contágio do estresse entre os animais humanos. Foi de um parto normal e simples que nasceram as primeiras leis da Estressodinâmica.
Normalmente nervoso e chingador, Chico resolveu chingar os outros colegas de futebol e incitá-los à raiva. Conseguiu, causando conflitos e estresse coletivos, principalmente em outro futebolista, chamado Quelé.
Percebemos, pois que corpos em contato (seja um contato corporal, verbal ou visual) com diferentes valores de Coeficiente de Estresse (ou Stress coefficient - Sc), o corpo de maior Sc tende a passar stress para o corpo de menor Sc até que atinjam um mesmo grau de estresse, o equilíbrio estressodinâmico. Estresse seria, portanto uma forma de energia em trânsito, como exemplificado na figura 1.
Porém, ao verificar a efetiva passagem de energia em trânsito do corpo de maior Stress coefficient (Chico Lobo - "A") para o corpo de menor Sc (Quelé - "B"), percebemos que ao entrarem em contato com um terceiro corpo (Cabranhas- "C") foi possível a verificação de uma passagem de estresse para o terceiro corpo. Em sistema hermeticamente fechado, o Sc se manteve em equilíbrio estressodinâmico entre os três corpos, mostrando que na impossibilidade de dissipação de estresse, a energia se conservou no sistema e o coeficiente (Sc) se manteve constante. Estas observações caracterizam a Lei zero da Estressodinâmica, que postula que se "A" e "B" são dois corpos em equilíbrio estressodinâmico com um terceiro corpo "C", então "A" e "B" estão em equilíbrio estressodinâmico um com o outro, ou seja: o coeficiente de estresse do sistema é o mesmo.
Aumentando o número de dados avaliados e situações analisadas, pudemos reunir provas e informações importantes para criar a Primeira Lei da Estressodinâmica. Verificamos que havia uma relação diretamente proporcional entre o coeficiente de estresse individual e a realização de trabalho. Assim foi observada uma maior disposição para irritação do corpo B após a transferência de estresse oriunda do contato com o corpo A. Isso mostra que em um sistema quimicamente isolado no qual há transferências de estresse (Sc) e realização de trabalho (W), há uma conservação de estresse aplicada.
Com base em dados experimentais adicionais, obtidos através de experimentos com mulheres em períodos pré-menstruais e de corintianos após os primeiros dias de segunda divisão, foi possível observar que as entropias dos corpos-alvo, isolados em sistema fechado, tenderam a incrementar-se com o tempo, até o alcançar de um valor máximo, portanto é possível que haja alguma relação entre o coeficiente de stress e a entropia do sistema. Isto é análogo a um sistema gasoso real e hermeticamente fechado, cujas partículas tendem a ocupar o espaço e realizar choques entre si, tal como se colocarmos mulheres em época de tensão pré-menstrual num sistema fechado... que não preciso continuar a descrever.
Porém, quando os corpos-alvo foram colocados para interagir com os corpos-cobaia (ex.: marido, colegas de trabalho, etc), o estresse (energia transitória) dividiu-se por igual até que o sistema alcançasse o equilíbrio estressodinâmico. A segunda Lei da Estressodinâmica postula que a energia total de um sistema fechado não se altera, e que dois corpos com desigual coeficiente de estresse rapidamente dão lugar a um estado de estresse uniforme à medida que a energia (estresse) flui do corpo com maior Sc para o corpo de menor Sc. Ao atingir esse estado, o sistema está em equilíbrio, como exemplificado na figura 1.
Figura 1: Representação esquemática do fluxo de estresseNa tentativa de estabelecer uma equação matemática para o cálculo do coeficiente de estresse (Sc), foram relacionadas algumas variáveis que provavelmente têm papel fundamental no valor de Sc.
São elas:
- Ct - Exemplifica o número de "chapéuzinhos" levados num dia de futebol (mais precisa para homens);
- Dt - Número de dias de trabalho por semana;
- N - Número de mulheres na casa;
- F - Número de filhos;
- A - Número de amantes;
- Tres - Tempo restante para entrega de teses, projetos, trabalhos, monografias, deadlines, etc.;
- Dr - Coeficiente de drogas;
- m - Nº de dias restantes para a menstruação (apenas para mulheres).
Relacionando logicamente estas variáveis, foi possível estabelecer um termo matemático:
Portanto, o estresse é uma forma de energia em trânsito e pode ser transmitida por contato entre dois corpos com diferentes valores de coeficiente de estresse. Tal qual a segunda lei, se queres reduzir seu coeficiente, basta o contato com alguém em menor patamar que o seu, e o fluxo de estresse ocorrerá espontâneamente!
3 comentários:
Ha ha ha! Muito bom! Gostei!
Só não concordo que o 'm' não valha para homens, afinal, se a mulher fica estressada e o stress dela se divide com o homem, mesmo que seja indiretamente o 'm' afeta os homens!
hehe, ficou ótimo! Eu falaria que vc deveria ser escritora! Mas já que vc tá na área acadêmica, esse dom vai te ajudar muito a escrever seus artigos.
No momento eu estou com o 'Tres' elevado! Tenho que entregar minha dissertação até o dia 31. Será????
Ai ai, bj.
hahaha!! Vc eh fodastica! Achei no google (totalmente por acaso) mas jah virei fã! Adorei sua teoria haha!!
Eu acho melhor reavaliar a teoria de que o stress num sistema fechado se conversa. Talvez devessemos observar o fluxo entre o stress virtual (fora do nosso plano) e o stress real (em nosso plano). Possivelmente quando a tendência ao stress eh máxima, haverá "criação" de stress, na verdade seria um fluxo entre o stress de várias realidade, assim como quando uma partícula virtual ganha energia para sustentar sua massa de repouso. Isso explicaria porque mulheres de TPM, isoladas de tudo, aumentam seu stress exponencialmente assim como pessoas sentadas na frente de um pc que nao para d travar.
Talvez seja um ponto a considerar
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